
Pormenor das janelas circulares muito comuns nos edifícios do bairro. 
Recantos do bairro. 
Roupas a secar nas varandas reforçam o vibrar das fachadas coloridas. 
Edifícios pintados com cores invulgares, caraterísticos do Bairro do Condado.
Campo de futebol onde se reúnem os jovens. 
Campo de futebol onde se reúnem os jovens. 
Placa da freguesia de Marvila que evidencia a fraca manutenção do território. 
Uma de muitas das pracetas que se localizam no centro dos lotes habitacionais do bairro. 
Mapa degradado da freguesia de Marvila. 
Parede pintada por crianças onde se colocam avisos. Pode se ler à direira uma chamada de atenção ao workshop de defesa pessoas para mulheres desenvolvido pela Associação de Moradores do Bairro e à esquerda uma referência à greve nacional de trabalhadores não-docentes. 
Acras – Associação Cristã de Reinserção e Apoio Social 
Ao chegar ao Bairro do Condado, vindos do metro da Bela Vista, reconhecem-se imediatamente os edifícios coloridos do mesmo. 
Junto ao Pingo Doce, antes de entrar no bairro. Na imagem observam-se uma mãe leva o seu filho ao longo de um zig zag de cimento. 
Ao entrar no bairro, somos recebidos com uma casa abandonada, esta cadeira pertence à mesma. 
Território mais recente do bairro, onde já não vemos os prédios caraterísticos da zona. 
Residente Dona Manuela (83 anos), na entrevista à Associação de Assistência Social Evangélica. 
Carina e Dona Manuela na entrevista à Associação de Assistência Social Evangélica. 
Zona onde convivem os residentes da Associação de Assistência Social Evangélica. 
Quarto na Associação de Assistência Social Evangélica. 
Zona onde convivem os residentes da Associação de Assistência Social Evangélica.
Pormenor da arquitetura dos prédios do bairro. 
Zonas verdes do Bairro do Condado. 
Parque infantil, junto à Associação de Reformados do bairro. 
Graffiti onde se lê “O CONDADO DEPENDE DE NÓS”. 
Largo onde se encontra este café “A paragem”, e ao fundo, a problemática Torre Laranja. 
Graffiti em homenagem ao drug dealer Barbosa. 

Trabalhador passa por um dos edifícios coloridos do bairro. Ao fundo vêem-se os prédios que foram novamente pintados de cores neutras. 
Da esquerda para a direita observam-se o café “Os Bacanos”, “A funerária de Chelas” e a “Torre Laranja”. 
Entrada do edifício mostra a degradação do bairro e falta de manutenção do mesmo. 
Entre dois edifícios, ligados por uma ponte, um corredor com alguns bancos. 
Nas grades de uma janela pode ler-se “Bofias leva no cú”. 
Cores vibrantes dos edifícios remodelados em 2009. 
Edifício com graffiti, uma arte ligada ao hip hop que é uma cultura muito respeitada na antiga Zona J. 
Edifícios pintados com cores invulgares, caraterísticos do Bairro do Condado. Junto à Associação de Moradores do bairro.